Na mesma linha, o advogado Carlos Lobo, sócio do escritório Arnold & Porter, baseado em Nova York, considera que 10% são um porcentual “bastante baixo”. “Os Estados Unidos estão propondo um rearranjo do comércio internacional bastante significativo, e eu acho que pode beneficiar o Brasil”, afirma Lobo, em entrevista ao Broadcast. Ele só pondera que, obviamente, existem outras tarifas que afetam o Brasil, como as taxas sobre alumínio, aço e autopeças.
noticia por : UOL