Investigadores encontraram diálogos entre dois integrantes do gabinete do ódio que demonstram a produção de informações falsas contra integrantes do atual governo, incluindo o ex-ministro da Comunicação Social Paulo Pimenta.
Então, esse caso foge do escopo do que é a finalidade da agência. Acontece que esses servidores contaminados continuaram produzindo relatórios com finalidades políticas. Então, a segurança cibernética é superatacada. É para isso que os órgãos de inteligência servem. Não para fazer dossiês políticos, não para fazer perseguição política, muito menos para fazer a disseminação de fake news.
Então, a gravidade do uso da estrutura do estado, nesse caso, é o desvio da finalidade de uma agência que tem um papel para defesa do país. Carla Araújo, colunista e chefe da sucursal do UOL, em Brasília
Israel: ‘Em Israel, ninguém ousa criticar ataques contra Irã’
No UOL News, o professor brasileiro João Miragaya, que mora atualmente em Tel Aviv, disse hoje que há “apoio consensual” dos israelenses em relação aos ataques feitos pelo país contra o Irã. Segundo ele, caso os objetivos de Israel sejam concluídos com sucesso, a guerra poderá melhorar ainda a popularidade do governo de Benjamin Netanyahu.
[Em Israel,] há um apoio popular muito grande ao ataque ao Irã. É um apoio consensual. Ainda não há pesquisas, mas a gente pode julgar pelo comportamento das pessoas nas redes sociais ou pelo apoio das lideranças de partidos, inclusive os de oposição. Ninguém ousa criticar o ataque ao Irã.
noticia por : UOL






