A decisão, segundo afirmou nas redes sociais, ocorreu após considerar que o Ibama não tomaria nenhuma medida. Segundo ele, o grupo que acompanhava a baleia entendeu que o órgão vinha apenas monitorando o caso sem intervir, mesmo após três dias em que o animal permanecia com a rede presa. “A gente não viu nenhuma ação efetiva. Resolvemos agir com responsabilidade para aliviar o sofrimento da baleia”, disse. Marcos resolveu vir a público depois que outro homem, identificado como João Paulo, se apresentou nas redes sociais dizendo ser o autor do resgate.
O que diz o Ibama
O Ibama afirmou que a baleia foi monitorada e não apresentava sinais de ferimentos. O órgão disse que monitorou a baleia por três dias, desde 10 de julho, e que durante esse período o animal permaneceu nadando livremente com o filhote. Segundo o órgão, “a rede estava presa superficialmente às calosidades da cabeça e não causava ferimentos, interferência na amamentação ou risco imediato”.
Baleias enredadas só podem ser atendidas conforme protocolos internacionais. A recomendação, especialmente quando há filhotes, é evitar aproximações que possam gerar estresse ou interferir no vínculo entre mãe e filhote.
A rede não provocava ferimentos e nem comprometia a amamentação da baleia, segundo o Ibama. Por isso, a equipe técnica do Ibama optou por manter o monitoramento a distância e aguardar que o material se desprendesse naturalmente, como já ocorreu em outras ocasiões semelhantes.
noticia por : UOL






