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Prazo de desincompatibilização terminou no último sábado (4)
DO REPÓRTERMT
O cenário político nos estados sofreu uma reviravolta com o encerramento do prazo para que gestores deixem seus cargos para concorrer nas eleições de outubro. Ao todo, 11 dos 27 governadores do Brasil apresentaram renúncia definitiva para estarem aptos à disputa nas urnas.
Em Mato Grosso, o movimento se confirmou com a saída de Mauro Mendes União Brasil), que agora foca em sua pré-candidatura ao Senado Federal.
Com a saída dos titulares, os vice-governadores assumem o comando total das máquinas estaduais até o fim de 2026. No caso mato-grossense, Otaviano Pivetta (Republicanos) já tomou posse como governador titular.
Dos 11 governadores que deixaram o poder, dois têm planos para o Palácio do Planalto: Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, e Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais. A grande maioria, no entanto, mira o Senado, que este ano renovará dois terços de suas cadeiras (54 das 81 vagas).
Além de Mauro Mendes, buscam o Senado nomes de peso como:
Ibaneis Rocha (MDB), do Distrito Federal;
Helder Barbalho (MDB), do Pará;
Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro;
Gladson Cameli (PP), do Acre.
A renúncia protocolada no último sábado é um caminho sem volta. Mesmo que o político desista da candidatura no meio do caminho ou seja derrotado em outubro, ele não pode reassumir o cargo de governador.
Cenários atípicos ocorrem no Rio de Janeiro e no Amazonas, onde a falta de vice-governadores em exercício levará a eleições indiretas ou comandos temporários pelas Assembleias Legislativas até o desfecho do pleito de 2026.
FONTE : ReporterMT










