É contraditória porque a valentia do preso destoa do quadro de enfermidade crônica esgrimido pela defesa para reivindicar no Supremo a prorrogação do benefício da prisão domiciliar humanitária.
No despacho em que deu 48 horas à PGR para se manifestar sobre a novidade, Alexandre de Moraes anotou: a Lei de Execução Penal diz que condenado que “possuir, indevidamente, instrumento capaz de ofender a integridade física de outrem” comete falta grave.
Uma das consequências possíveis é a regressão do regime prisional, com o retorno do condenado ao cárcere. Quer dizer: usando a língua como gatilho, Bolsonaro atingiu o próprio pé.
noticia por : UOL










