Mohammad Rasouli, um poeta que apresentou o evento antes das orações, perguntou nos alto-falantes, referindo-se a Trump: “Por que o homem mais bastardo do mundo ainda está vivo?”. Foi a primeira ameaça direta à vida do chefe da Casa Branca por um funcionário durante o funeral.
Ziba Naderi, enfermeira de 42 anos que participou do funeral, disse que o Irã precisa seguir tudo o que Mojtaba ordenar em relação ao país. “Ouvi o chamado por vingança, mas nosso líder deve dizer o que precisamos fazer. E devemos ouvi-lo.”
A rede de metrô iraniana informou ter registrado 7 milhões de viagens desde o fim de sábado até a manhã de domingo, à medida que as pessoas se dirigiam ao centro. As autoridades não forneceram, entretanto, estimativa oficial de comparecimento nos eventos deste fim de semana. Outras cidades em todo o Irã também realizaram cerimônias de luto.
Riscos de segurança reduzidos
O chefe da Guarda Revolucionária, general Ahmad Vahidi, que só havia sido fotografado pela primeira vez desde a guerra na última quinta-feira, pôde ser visto na multidão por jornalistas da agência Associated Press, ladeado por forças de segurança à paisana enquanto usava um boné preto.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Qalibaf, e Esmail Qaani, que lidera a Força Quds da Guarda Revolucionária, também compareceram.
noticia por : UOL







