O conflito provocou protestos e apelos ao boicote em muitos campi universitários dos EUA. Em resposta, o presidente republicano Donald Trump direcionou investigações e ameaças de suspensão de verbas federais contra faculdades e universidades. O governo e muitos republicanos no Congresso alegam que os manifestantes eram antissemitas e apoiavam o extremismo.
Os manifestantes negam isso, afirmando que a defesa dos direitos dos palestinos e as objeções à devastação em Gaza não devem ser equiparadas ao antissemitismo ou ao apoio ao extremismo.
A votação na Câmara hoje seguiu, em grande parte, as linhas partidárias, com apenas dois republicanos votando contra e 33 democratas votando a favor.
O deputado federal Jerrold Nadler, democrata de Nova York, afirmou em comunicado antes da votação que se opunha ao movimento global de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) a Israel, mas votaria contra o projeto porque defendia o direito dos norte-americanos à liberdade de expressão.
“É a única maneira de garantir que as opiniões com as quais concordo sejam igualmente protegidas”, disse Nadler.
O movimento BDS busca isolar Israel devido ao tratamento que dispensa aos palestinos.
noticia por : UOL










