Stuenkel afirma que a pressão americana não se restringe a períodos eleitorais e atinge decisões internas de outros países. Ele mencionou o Peru, pressionado a excluir atores chineses do controle de um porto estratégico, e o Panamá, pressionado a expulsar empresas chinesas que operam portos no canal. “Da mesma forma, pressionam o Brasil a fazer certas mudanças na política interna”, disse.
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Fonte: G1










