Convencido de que quanto mais longa a partida, maiores seriam as chances de Alcaraz vencer, o sérvio começou a final em alto nível, comparável à sua melhor época.
Implacável no saque (o espanhol conseguiu vencer apenas dois pontos no serviço adversário no primeiro set) e muito agressivo nos games de devolução, Djokovic precisou de apenas 34 minutos para fechar a primeira parcial.
Era impossível para o sérvio manter esse nível durante toda a partida, e no segundo set ele teve que depender mais do seu segundo saque, cometendo alguns erros não forçados, como uma direita cruzada que mandou para fora, dando a Alcaraz seu primeiro break point, que o espanhol não desperdiçou, tomando a iniciativa pela primeira vez e confirmando o saque para empatar a final.
– Superioridade física –
Essa quebra no terceiro game confirmou a mudança na dinâmica da partida: Alcaraz começou a encaixar seus golpes de direita, melhorou seu saque e, graças à sua velocidade, alcançou todas as bolas, contra um Djokovic que já não tinha a mesma capacidade de resposta, nem fisicamente, nem em termos de tênis.
No terceiro set, ambos os jogadores pareciam não sentir a pressão e o nervosismo e encantaram os espectadores com alguns pontos extraordinários, mas Alcaraz estava mais inteiro fisicamente e quebrou o saque de Djokovic novamente no quinto game.
noticia por : UOL






