Bandido invade quitinete, amarra moradores e "vai pra vala" em confronto com a polícia em Sinop

VANESSA MORENO

DO REPÓRTERMT

Um bandido morreu em um confronto com a Polícia Militar após invadir e amarrar moradores de um conjunto de quitinetes, na noite dessa quinta-feira (30), em Sinop (a 498 km de Cuiabá), Mato Grosso. Outros dois foram presos, sendo um deles um motorista de aplicativo.

De acordo com a Polícia Militar, por volta das 19h40 pelo menos cinco bandidos entraram nas quitinetes que ficam localizadas na Rua Futebol, bairro Portinário. Informações apontam que um Pálio prata teria parado em frente aos imóveis e quatro bandidos encapuzados e armados desceram e invadiram o local, amarrando os moradores.

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Eles amarraram dois homens de 24 e 44 anos, um menor de 16, e duas mulheres de 40 e 25 anos. Na ação, celulares foram roubados.

Os PMs foram acionados e quando chegaram nas quitinetes os bandidos fugiram pulando o muro e entraram em uma plantação que fica em frente ao condomínio Santorini Residence.

Quando um dos bandidos foi localizado, ele reagiu à abordagem e acabou sendo baleado pelos policiais. Ele chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Regional, mas não resistiu.

Um segundo bandido foi encontrado na plantação, mas este não reagiu e foi preso.

O terceiro, um motorista de aplicativo, foi preso sob suspeita de dar suporte na fuga dos bandidos. A participação dele no crime está sendo apurada pela polícia. Os demais estão foragidos. 

Segundo a PM, ao invadir as quitinetes, os bandidos buscavam um homem, que seria da mesma facção criminosa da qual eles fazem parte, para levá-lo para uma mata e matá-lo. No entanto, a ação foi frustrada com a cfhegada dos policiais. 

Na ocorrência, foram apreendidos uma garrucha, dois cartuchos, um simulacro, um coldre para revólver, dois celulares da vítima, uma extensão elétrica, uma lanterna tática de choque, uma corda que foi usada para amarrar as vítimas, um capuz, uma motocicleta e dois carros.

Os bandidos podem responder por ameaça, tentativa de homicídio, sequestro e cárcere privado. A Polícia Civil investiga o caso.

FONTE : ReporterMT

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