O Corpo de Bombeiros de Umuarama encerrou na tarde desta sexta-feira (24) o quarto dia de buscas por Alexandro Ferreira do Nascimento, de 22 anos, sem localizar o jovem que desapareceu ao entrar nas águas do RIo Ivaí, em Douradina (PR), na última terça-feira (21). A operação foi retomada nas primeiras horas da manhã e contou com buscas de superfície e o reforço de um helicóptero da Polícia Militar à tarde. As buscas devem ser retomadas no sábado (25).
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De acordo com a tenente Marinez Petters Imoto, da 2ª Companhia do Corpo de Bombeiros de Umuarama, as equipes percorreram cerca de 25 quilômetros do rio na quinta-feira (23) utilizando técnicas de busca de superfície e equipamentos de varredura com sonar para mapear o leito do Rio Ivaí. No primeiro dia de buscas, seis bombeiros militares percorreram aproximadamente seis quilômetros do rio, e no segundo dia a área foi ampliada para cerca de 20 quilômetros. A operação contou ainda com o apoio do GOST (Grupo de Operações de Socorro Tático).
As buscas têm sido dificultadas pela profundidade, correnteza e características do rio, além das chuvas que têm prejudicado os trabalhos. As atividades foram interrompidas ao anoitecer por questões de segurança dos militares.
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Alexandro desapareceu por volta das 7h50 da última terça-feira (21) nas proximidades da rampa náutica de Douradina. Segundo testemunhas, ele entrou no Rio Ivaí para tentar recuperar uma embarcação que estava à deriva. O Corpo de Bombeiros foi acionado por um amigo da vítima. O jovem foi arrastado pela correnteza, submergiu e não foi mais visto.
Alexandro era morador de Douradina e, segundo familiares, sempre foi um rapaz responsável, cuidadoso e bem-humorado. Ele gostava de contar piadas e fazia questão de arrancar sorrisos das pessoas. Trabalhava com o conserto de chapéus e, nos momentos de folga, praticava esportes como futebol e futevôlei, além de pescar. Era casado há cerca de quatro anos e sonhava em formar uma família.
A prima de Alexandro, Maria Gabriella Motta Ferreira, descreveu a angústia da família em entrevista ao portal OBemdito: “Nossa família tem a esperança de encontrá-lo bem. Aliás, é a única coisa que faz a gente levantar esses dias, a esperança que ele vai voltar e que está perdido em algum mato”. Ela também afirmou: “Mas pra mim, independente do resultado, só quero encontrar ele. Já sofreu demais para ficar dentro daquele rio”.
Familiares, amigos e pescadores acompanham as buscas diariamente, e muitos ajudam na procura com embarcações particulares. Pai, mãe, irmão e avós da vítima permanecem às margens do rio.
Com informações de OBemdito, portal parceiro do TNOnline
noticia por : UOL










