Câmara de Cuiabá realiza audiência pública para discutir bullying e agressões nas escolas

Na próxima sexta-feira, 5 de setembro de 2025, a Câmara Municipal de Cuiabá será palco de uma audiência pública que promete mobilizar autoridades e a sociedade civil em torno de um tema delicado e urgente: o bullying e as agressões físicas dentro das escolas. O encontro está marcado para as 9h da manhã e já desperta atenção por envolver diferentes segmentos sociais.

A iniciativa partiu da vereadora Dra. Mara (Podemos), que protocolou o pedido para a realização da audiência. A parlamentar destacou a necessidade de abrir um espaço de diálogo coletivo para tratar das violências que, cada vez mais, têm feito parte da rotina escolar, afetando não apenas os alunos, mas também professores, gestores e famílias.

Entre os convidados estão representantes de órgãos municipais e estaduais, além da comunidade da baixada cuiabana, que foi chamada a participar ativamente da discussão. Segundo a organização, convites já foram enviados para escolas, conselhos de educação, entidades estudantis e instituições ligadas à defesa dos direitos da criança e do adolescente.

O encontro vai abordar desde os casos de bullying verbal e psicológico até as agressões físicas registradas em unidades educacionais. A proposta é levantar relatos, ouvir especialistas e construir encaminhamentos que possam subsidiar políticas públicas mais efetivas de prevenção e combate a esse tipo de violência.

Para a vereadora Dra. Mara, a audiência não deve se limitar a diagnósticos. “Precisamos pensar em soluções conjuntas, que envolvam a escola, a família e o poder público. O enfrentamento ao bullying é fundamental para garantir um ambiente escolar saudável e seguro”, afirmou.

 

A expectativa é de que o debate resulte em recomendações práticas a serem encaminhadas à Prefeitura de Cuiabá, ao Governo do Estado e ao Ministério Público. O chamado está lançado: “Venha participar dessa importante audiência pública sobre o bullying e outros temas relacionados à nossa Educação escolar”, reforçam os organizadores.

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