De acordo com Gritzbach, na delegacia, Baena e Monteiro tinham prometido entregar os relógios quando ele fosse solto. Porém, devolveram apenas oito e ficaram os outros sete, avaliados em R$ 714 mil. Ele detalhou as marcas, modelos e números de séries dos artigos.
Posteriormente, declarou Gritzbach, o investigador Rogério de Almeida Felício, o Rogerinho, foi visto por ele em redes sociais usando os relógios Rolex Yacht Master, de Ouro, de R$ 200 mil, o mais caro dos sete não devolvidos, além do Rolex GMT Pepsi e dois Hublot King Power.
Segundo promotores do Gaeco, a Justiça decretou a prisão temporária dos investigados e cumpriu mandados de buscas e apreensões em endereços relacionados a eles, além de outras medidas cautelares, como o bloqueio de contas e o sequestro de bens. Os envolvidos teriam movimentado R$ 100 milhões desde 2018.
O que diz a defesa do delegado Baena
A defesa de delegado de Polícia Fábio Baena Martin esclarece que as mentiras propagadas pelo criminoso delator já foram objeto de ampla investigação conduzida pela Corregedoria da Polícia e foram arquivadas, a pedido do próprio Ministério Público, o que veio a ser ratificado e confirmado em recurso apreciado pela Procuradoria Geral de Justiça”.
A nota da defesa diz ainda que “as especulações e falácias propagadas pelo delator Antônio Vinícius Gritzbach , feitas com o vil intuito de macular a escorreita investigação que comprovou sua participação no homicídio/organização criminosa , repetidas em novas oitivas não possuem o condão de modificar a coisa julgada e o entendimento primário do Ministério público, aguardando-se, por isso, que pedido formulado pela defesa seja acatado e esse novo expediente seja arquivado”.
noticia por : UOL