Junto aos restos mortais, foram encontradas roupas e outros objetos que poderiam ajudar na identificação. Entre eles estavam botas marrons, uma blusa azul e branca de bolinhas, uma calça jeans, um relógio Timex, grampos de cabelo e duas presilhas com flores laranjas.
Durante décadas, autoridades do condado de Hamilton tentaram encontrar pistas sobre o crime, principalmente para descobrir a identidade da vítima. Avisos foram divulgados em todo o estado e reconstruções forenses da aparência da mulher foram produzidas, mas nenhuma das iniciativas conseguiu levar à sua identificação. Os testes de DNA disponíveis na época também não apresentaram resultados conclusivos.
43 anos depois, vítima é identificada
O caso foi reaberto em janeiro de 2024, quando o Gabinete do Xerife do Condado de Hamilton e os Texas Rangers (agência policial de investigação do estado) retomaram a análise das evidências. O material foi encaminhado a um laboratório criminal para a realização de novos exames.
Já em 2025, os investigadores conseguiram extrair das roupas da vítima uma amostra de DNA masculino. O material, porém, estava degradado demais para produzir um perfil genético utilizável.
Restos mortais também foram submetidos a novos exames. Com o apoio de um programa financiado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, o material foi encaminhado à BODE Technologies, especializada em análises avançadas de DNA e genealogia genética.
noticia por : UOL
