Esta eleição ocorreu durante uma sessão extraordinária do Conselho Permanente em 11 de julho de 2025 (ver vídeo). No início da sessão, a delegação brasileira explicou que, após amplas consultas, concluiu que era provável que uma nova votação resultasse novamente em empate e que seu governo desejava evitar prejuízos ao trabalho da CIDH. Acrescentou ainda que, considerando que todos os comissários eleitos tanto na Assembleia Geral quanto no Conselho Permanente assumiriam seus cargos em 1º de janeiro de 2026, o governo brasileiro avaliou que prolongar o impasse e a consequente incerteza jurídica, em um momento em que uma CIDH forte é necessária, poderia afetar negativamente a promoção e a proteção dos direitos humanos no hemisfério.
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Fonte: G1








