RerpórterMT
Claudia Santana é médica endocrinologista.
KARINE ARRUDA
DO REPÓRTERMT
Mesmo ainda em fase de estudos, a retatrutida já vem sendo apontada como a nova aposta no combate à obesidade e possível sucessora de medicamentos como semaglutida (Ozempic) e tirzepatida (Mounjaro). Contudo, segundo a endocrinologista Claudia Santana, por se tratar de uma medicação que ainda não foi oficialmente aprovada para uso humano, a população deve ficar em alerta e evitar comprar versões da caneta que estejam circulando clandestinamente, principalmente em países vizinhos do Brasil.
Ao
, a médica explica que a retatrutida atua de forma diferente das canetas emagrecedoras atuais, já que combina a ação de três hormônios ligados ao controle da fome, da saciedade e do gasto energético. Conforme a especialista, estudos iniciais conduzidos pela farmacêutica Lilly apontaram resultados promissores, com perdas de peso de 24% em 48 semanas e de 28,7% em 68 semanas, superando os medicamentos disponíveis atualmente.
Entretanto, mesmo diante dos resultados preliminares considerados positivos, a endocrinologista reforça que o medicamento ainda não foi aprovado pelas agências reguladoras e segue em fase experimental. Isso significa que qualquer comercialização envolvendo o nome “retatrutida” é irregular, sem procedência e pode colocar a saúde dos usuários em risco.
Entenda:
FONTE : ReporterMT









