Andressa Anholete/Agência Senado
Repasse concentra 7% das emendas de 2026 e ocorre dias antes da análise do nome de Jorge Messias no Senado
Andressa Anholete/Agência Senado
Repasse concentra 7% das emendas de 2026 e ocorre dias antes da análise do nome de Jorge Messias no Senado
DO REPÓRTERMT
O plenário do Senado Federal (SF) impôs uma derrota histórica ao governo federal nesta quarta-feira (29) ao rejeitar a indicação de Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal). Mesmo com a liberação de R$ 889,7 milhões em emendas para os membros da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) ao longo de abril, o Palácio do Planalto não alcançou os 41 votos necessários para a aprovação.
A indicação foi barrada com 42 votos contrários, 34 favoráveis e uma abstenção. O montante despejado aos integrantes da comissão representa 7% de tudo o que foi empenhado pelo Executivo em 2026, evidenciando um esforço intensivo de última hora.
Entre os parlamentares com maiores volumes de recursos reservados estão o relator Weverton Rocha (PDT – Partido Democrático Trabalhista), com R$ 41,6 milhões, e o presidente da comissão, Otto Alencar (PSD – Partido Social Democrático), com R$ 38,1 milhões.
O veto a um indicado presidencial para a Suprema Corte é um fato inédito em 132 anos de história brasileira. A última rejeição ocorreu em 1894, durante a gestão de Floriano Peixoto. Com o arquivamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva precisará encaminhar um novo nome para a vaga aberta pela aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso.
FONTE : ReporterMT









