O que são 'fandoms', que se uniram por Lula e ganharam agradecimento em ato

Fandom é o termo da internet para fã-clubes. Vem da junção das palavras em inglês fan + kingdom, ou “reino dos fãs”.

Esses grupos se organizam em torno de assuntos da cultura pop e do entretenimento e formam comunidades. Ou seja, você não precisa participar oficialmente de um fã-clube para ser do fandom. Basta ser fã.

Alguns fandoms conseguem ser gigantes e muito articulados. É o caso do Army (fãs do grupo coreano BTS), Swifties (fãs de Taylor Swift) e BeyHive (fãs de Beyoncé), que possuem divisão de trabalho, com membros assumindo papéis (tradutores, analistas de dados, designers, moderadores e organizadores de arrecadação), uso estratégico de redes e sentimento de pertencimento.

Diversos grupos brasileiros resolveram apoiar o presidente Lula. Os “armys” e os “swifties” foram para as redes — e ruas — ajudar nas campanhas. Eles se definem como “União voluntária de fã-clubes, fandoms e acervos que acreditam na democracia”.

O movimento “Fandom com Lula” é organizado e ganhou até perfil exclusivo nas redes. Só no X (antigo Twitter), já são mais de 21 mil seguidores e no Instagram, 22 mil. Existe até um formulário para que os fandoms se cadastrem e participem do movimento.

Durante o ato, “FandomsNoMasp” se tornou o sexto assunto mais comentado no X. Os grupos fizeram intensa divulgação nas redes em busca de apoio na manhã deste domingo.

noticia por : UOL

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