Putin diz que vai libertar americano preso suspeito de lutar pela Ucrânia

“Estados Unidos não precisaram oferecer nada em troca”, diz perfil oficial de Trump. Uma publicação comentando o assunto na rede social Truth criticou diretamente o governo anterior, de Joe Biden, afirmando que o democrata “não teve sucesso em suas negociações”.
Apesar de não oferecer uma troca de prisioneiros, o governo americano acenou para a Rússia no começo do mês, ao assinar um acordo por diesel com o país. Além de violar a proibição da exportação de combustíveis imposta à Rússia após a guerra, o governo americano também suspendeu sanções contra exportações do país até 2027.
Libertação aconteceu pouco após a chegada do enviado americano à Rússia. Witkoff tenta apresentar uma proposta atualizada para encerrar a guerra com a Ucrânia, segundo fontes do governo americano.
Stephen Hubbard tem 74 anos e trabalhou como professor antes de ser preso pela Rússia. Ele cresceu em Big Rapids, no estado americano de Michigan, e serviu à Força Aérea e à Guarda Nacional dos EUA.
Hubbard viveu no Japão por 25 anos, onde lecionou inglês, antes de se mudar para o Chipre e depois para a Ucrânia. Em 2014, ele passou a morar em Izium, no leste ucraniano, com uma companheira ucraniana.
Promotores russos sustentaram que ele atuava em uma unidade de defesa na cidade onde morava. Segundo a acusação, Hubbard foi capturado por forças russas dois anos antes da condenação. Ele foi condenado aos 72 anos.
noticia por : UOL




