“O principal erro de Carlo Ancelotti foi convocar Neymar [que chegou lesionado e jogou apenas dois períodos no segundo tempo]. Danilo, Casemiro, Alex Sandro… esquece. Quando é preciso reconstruir, tem que apostar na juventude”, disse Casagrande.
3. Falta de um artilheiro
O Brasil carece de um camisa 9 temido desde os tempos de Ronaldo e Adriano. Nesse intervalo, jogadores como Luís Fabiano, Fred, Gabriel Jesus, Richarlison e, mais recentemente, Matheus Cunha foram testados, mas sem sucesso.
O atacante do Manchester United marcou três gols durante a Copa de 2026 na América do Norte, um a menos que Vini Jr., o artilheiro da Seleção no Mundial.
A responsabilidade de marcar gols recaiu sobre Cunha, que geralmente se sente mais confortável atuando como falso 9 ou meia-atacante, e sobre Vini, ponta de origem capaz de jogar mais centralizado no ataque.
Os centroavantes de ofício não marcaram: Igor Thiago, segundo maior artilheiro da temporada anterior da Premier League, com 22 gols, teve poucas oportunidades, enquanto Endrick, o prodígio de 19 anos, entrou em campo como opção para mudar o jogo em quatro partidas.
noticia por : UOL










