Dentro do Corinthians, a iniciativa também promoveu mudanças na administração do clube. Em vez de decisões concentradas apenas na diretoria ou na comissão técnica, assuntos relevantes do cotidiano do clube, como contratações, definições de elenco e normas internas, eram discutidos coletivamente. Nesse modelo, todos os integrantes tinham direito à participação e seus votos tinham o mesmo valor, independentemente da função exercida, fosse um jogador, um funcionário ou o treinador da equipe.
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Fonte: G1










